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Área: Relações internacionais
Autor(es): Andressa Regina Pires | | | | | | | | |
 
O processo de abertura da economia Chinesa foi iniciado no ano de 1978, logo após a morte do então líder Mão Tse-Tung, que programou uma administração estatal em todas as áreas do país, como comércio, produção, política, economia, forças armadas, etc. Tal abertura se deu com o líder sucessor, Deng Xiao Ping que, com medidas tanto no front externo como interno, e não apenas políticas, mas principalmente econômicas, pretendia transformar a República Chinesa na "única superpotência econômica, política, tecnológica, social e cultural do mundo".
Passados 30 anos do inicio do inicio dessa abertura, os resultados apesentam-se satisfatórios de um lado e extremamente decepcionantes e duvidosos do outro. A politica Chinesa dominado pelo PCC (Partido Comunista Chinês), ainda comanda toda a sociedade pelo medo e pela falta de opção. Uma suposta liberdade de discussão ocorre sim, mas no interior do partido e está nas mãos de um grupo não maior que 8. Isso está longe de representar uma democratização da política se levarmos em consideração um país de 1.3 bilhões de habitantes e um partido com 66 milhões de membros. Grande número de afiliados nao reprenta, entretando, uma possibilidade de voz na políticas ,mas sim, uma das formas de ascensao na sociedade, fato esse compravado pela adesão de cerca de 12 milhões ao PCC entre 2002 e 2006.
Foi no âmbito econômico que a reforma de abertura foi realmente sentida, com medidas tanto no cenario interno quanto externo, a China representa hoje um dos motores da economia mundial, como a segunda maior econômia, com um PIB de US$ 3.41 trilhões em 2007. No âmbito interno, a agricultra, que sempre foi a caractrística da economia chinesa recebeu grande incentivo governamental para se desenvolver. No aspecto externo, o comércio internacional foi profundamente estimulado, átraves da isenção de taxas tanto da exportação quanto da importação, focando a entrada de máquinas e matérias-primas essencias a produção para o mercado externo. O setor industial foi, também, beneficiado pela criação de zonas francas que foram localizadas, estrategicamente, perto de portos para facilitar o transporte, e, pela baixa regulamentação do governo referente à acordos salarias e proteção a mão-de-obra, sendo que é de conhecimento geral que ao mesmo tempo que a mão-de-obra é de boa qualidade, o servico é realizado em regime de semi-escravidão.
Com o sucesso da abertura econômica a China passou a fazer parte das grandes discussões internacionais financeiras e comerciais sendo que seu volume de comércio exportador-importador chega ate US$ 1.17 trilhões num período de sete meses. O setor tecnológico vem sendo densevolvido pelas empresas que lá se instalam, em busca de menores custos de producao, e pelo proprio governo que tem que enfrentar o vizinho regional Japão, terceira economia mundial porém com um elevadíssimo grau de desenvolvimento tecnológico. O setor naval também tem sido fonte de investimento desde de 2000, sendo que há o sonho de tornar-se a potência com maior poderio naval do mundo. Para abrir seus caminhos nos mares a China tem de enfrentar situações tensas ao longo de toda sua costa, como por exemplo, a questão sobre a ilha de Taiwan, sobre a qual, o império chinês afirma querer reenvidicar soberania, mesmo que com o uso da forca, o que vai contra o discurso de uma expansão pacífica e harmoniosa no mundo.
É nótavel o desenvolvimento chinês e suas conquistas, porém é necessário que as questões internas de pobreza, 8% da população vive abaixo da linha da pobreza, e a crescente desigualdades sociais recebem igual tratamento. Sua imagem internacional também deve ser cuidada para que a fama do não cumprimento de contrato comerciais nao acabe por prejudicar seus planos de projeção internacional. O âmbito regional também deve ser analisado, dada sua inteção de se tornra uma grande potência de influência, hoje os EUA, sendo que tem perto de si países de grande poderio, seja de ordem econômica ou política, como Rússia, Japão e India.
 
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