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Artigo: Amazônia: Proteção ou exploração?
Área: Relações internacionais
Autor(es): Priscila Silva Campos | | | | | | | | |
 
Amazônia, o bem mais precioso da América do Sul, vem sendo destruída durante décadas. Muitos países cobiçam esse patrimônio, e querem o direito de explorar suas riquezas naturais.
Várias foram as tentativas dos países desenvolvidos de comprar parte desse território, alguns chegaram até a oferecer o pagamento da dívida exterior brasileira em troca da floresta.
A Amazônia possui a maior área florestal do mundo e nela contém uma biodiversidade incomparável. Ela faz parte de 9 países: Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname, Venezuela e Brasil, este possui a maior parte (60% da região).
Existem algumas reservas indígenas na Amazônia, devido as lutas de algumas organizações não governamentais, em busca da proteção das poucas tribos indígenas que restaram.
Porém grande parte da floresta é destruída por indústrias madeireiras, pelo contrabando de suas riquezas minerais, alguns de seus animais raros (alguns em extinção) são roubados, e a maioria acaba morrendo no transporte entre países.
Surgiu então a grande polêmica que percorre o mundo todo, a tentativa das grandes potências de internacionalizar a Amazônia, e torná-la um “patrimônio da humanidade”.
Quais são os verdadeiros interesses desses futuros tutores? Proteção ou exploração de suas imensas riquezas?
A idéia de entregá-la a proteção das grandes potências, principalmente dos Estados Unidos foi muito questionada por diversos países, causando uma insegurança internacional.
Os governos responsáveis não conseguem administrá-la e nem fiscalizá-la de forma eficiente, facilitando assim sua exploração ilegal. Eles lutam por sua autonomia, mas se sentem incapazes de protegê-la.
Não se sabe ainda qual o destino dessa área tão importante, porém é necessário que os países deixem de lado seus interesses capitalistas e se preocupem com a sua preservação.
A destruição da Amazônia está cada vez mais próxima e independentemente de que a pertença, é preciso combater essa devastação enquanto ainda resta tempo.
 
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